{"id":4928,"date":"2025-04-24T11:12:56","date_gmt":"2025-04-24T11:12:56","guid":{"rendered":"https:\/\/sindifer.com.br\/sndfr\/?p=4928"},"modified":"2025-04-24T11:12:56","modified_gmt":"2025-04-24T11:12:56","slug":"producao-de-aco-bruto-recua-em-minas-gerais-pela-1a-vez-no-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindifer.com.br\/sndfr\/2025\/04\/24\/producao-de-aco-bruto-recua-em-minas-gerais-pela-1a-vez-no-ano\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o bruto recua em Minas Gerais pela 1\u00aa vez no ano"},"content":{"rendered":"<p>Minas Gerais registrou uma queda de 2,4% na produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o bruto em mar\u00e7o deste ano sobre igual intervalo de 2024, de acordo com dados do Instituto A\u00e7o Brasil. No per\u00edodo, as sider\u00fargicas do Estado produziram 832 mil toneladas do material. Foi o primeiro recuo de 2025: em janeiro cresceu 9,3% e, no m\u00eas seguinte, 1,8%.<\/p>\n<p>Apesar da redu\u00e7\u00e3o, o Estado ocupou o topo do\u00a0<em>ranking<\/em>\u00a0de produtores, com 28,3% de participa\u00e7\u00e3o no total fabricado nacionalmente. Logo atr\u00e1s, ficou o Rio de Janeiro, com 28,2%, seguido pelo Esp\u00edrito Santo, com 22,7%, e S\u00e3o Paulo, com 6,5%.<\/p>\n<p>No Pa\u00eds, foram fabricadas 2,9 milh\u00f5es de toneladas de a\u00e7o bruto, avan\u00e7o de 6,6%. As usinas paulista, fluminense e capixaba, que elevaram a produ\u00e7\u00e3o em 24,5%, 20,4% e 2,7%, respectivamente, puxaram o resultado positivo, compensando o desempenho mineiro. Em fevereiro, o volume produzido caiu 1,6% e, no m\u00eas anterior, subiu 2,4%.<\/p>\n<p>No acumulado do primeiro trimestre, Minas Gerais produziu 2,5 milh\u00f5es de toneladas, alta de 2,8% em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo do exerc\u00edcio anterior. Novamente na lideran\u00e7a entre os produtores, o Estado respondeu por 29,8% do montante brasileiro, de 8,5 milh\u00f5es de toneladas. Nacionalmente, o percentual de crescimento foi o mesmo.<\/p>\n<h3 id=\"h-fabricacao-de-semiacabados-e-laminados\" class=\"wp-block-heading\">Fabrica\u00e7\u00e3o de semiacabados e laminados<\/h3>\n<p>De maneira oposta \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o bruto, a siderurgia mineira registrou, em mar\u00e7o de 2025, aumento ano a ano de 10% na fabrica\u00e7\u00e3o de semiacabados para venda e laminados, para 874 mil toneladas, o que representa 30,2%, a maior parte do volume nacional. A siderurgia brasileira produziu, ao todo, 2,9 milh\u00f5es de toneladas, incremento de 5,8%.<\/p>\n<p>O resultado do terceiro m\u00eas do ano n\u00e3o foi suficiente para compensar a queda de 6,2% registrada em fevereiro, portanto, Minas Gerais fechou o primeiro trimestre com baixa anual de 1,1%, totalizando 2,3 milh\u00f5es de toneladas fabricadas. Mesmo com a redu\u00e7\u00e3o, o Estado foi l\u00edder entre os produtores, com 28,9% de participa\u00e7\u00e3o. Considerando as sider\u00fargicas do Brasil inteiro, foram fabricadas oito milh\u00f5es de toneladas, recuo de 0,8%.<\/p>\n<h2 id=\"h-vendas-internas-exportacoes-e-importacoes-de-aco\" class=\"wp-block-heading\">Vendas internas, exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es de a\u00e7o<\/h2>\n<p>Em mar\u00e7o, as vendas internas e as exporta\u00e7\u00f5es da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.acobrasil.org.br\/site\/estatistica-mensal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">siderurgia nacional<\/a>\u00a0alcan\u00e7aram os maiores n\u00edveis de 2025. E as importa\u00e7\u00f5es brasileiras de a\u00e7o atingiram o maior patamar da hist\u00f3ria. Foram 1,9 milh\u00e3o de toneladas vendidas internamente, alta de 10,7% frente a igual intervalo de 2024, e 970 mil toneladas enviadas para o exterior, aumento de 7,8%. O volume de importados chegou a 663 mil toneladas, avan\u00e7o de 36,5%.<\/p>\n<p>O principal destino das exporta\u00e7\u00f5es foi os Estados Unidos, com 662 mil toneladas e 68,1% de participa\u00e7\u00e3o. Desde o dia 11 do m\u00eas passado, o a\u00e7o exportado pelo Brasil para os norte-americanos t\u00eam uma tarifa adicional de 25%, o que pode afetar os resultados dos pr\u00f3ximos meses. O governo federal tenta reverter a situa\u00e7\u00e3o em negocia\u00e7\u00e3o com a Casa Branca, enquanto o setor apoia o restabelecimento de um acordo de cotas firmado em 2018.<\/p>\n<div id=\"m9v9ilys\" class=\"ad_container filled\" data-position=\"content\" data-device=\"desk,mob\" data-inserted=\"true\" data-google-query-id=\"CObY_bvE8IwDFVFM3QIdcKwbMA\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/47515406\/as_diariodocomercio_desk_content\/1_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p>No caso das importa\u00e7\u00f5es, os chineses foram respons\u00e1veis por enviar 448,1 mil toneladas de a\u00e7o ao Brasil, o que corresponde a 67,6% do total. Para frear as remessas da China e, consequentemente, o volume de produtos que entram no Pa\u00eds, as sider\u00fargicas brasileiras querem que o governo amplie o mecanismo de defesa comercial adotado atualmente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Di\u00e1rio do Com\u00e9rcio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Minas Gerais registrou uma queda de 2,4% na produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o bruto em mar\u00e7o deste ano sobre igual intervalo de 2024, de acordo com dados do Instituto A\u00e7o Brasil. No per\u00edodo, as sider\u00fargicas do Estado produziram 832 mil toneladas do material. 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