{"id":4823,"date":"2025-02-25T17:11:48","date_gmt":"2025-02-25T17:11:48","guid":{"rendered":"https:\/\/sindifer.com.br\/sndfr\/?p=4823"},"modified":"2025-02-25T17:11:48","modified_gmt":"2025-02-25T17:11:48","slug":"4823","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindifer.com.br\/sndfr\/2025\/02\/25\/4823\/","title":{"rendered":""},"content":{"rendered":"<div>\n<p>Diante do recuo do d\u00f3lar e do elevado n\u00edvel de importa\u00e7\u00f5es de a\u00e7o, as sider\u00fargicas brasileiras devem encontrar dificuldade para implementar aumento nos pre\u00e7os dos a\u00e7os planos em mar\u00e7o, como praticaram em janeiro, afirmou o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de A\u00e7o (Inda), Carlos Loureiro, nesta quinta-feira (20).<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Segundo ele, os reajustes praticados no primeiro m\u00eas do ano variaram de 7% a 8% e aproveitaram a forte valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar em rela\u00e7\u00e3o ao real no final do ano passado. Por\u00e9m, com o\u00a0<a href=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/financas\/dolar-volta-cair-ante-real-atinge-menor-cotacao-2025\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">recuo da moeda norte-americana<\/a>\u00a0este ano, isso n\u00e3o deve se repetir.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>\u201cFalou-se um pouquinho dessa segunda onda de aumento de pre\u00e7os para fevereiro e mar\u00e7o, mas com a queda do d\u00f3lar, perdeu-se um pouco a for\u00e7a, principalmente, frente aos pre\u00e7os da importa\u00e7\u00e3o. Por outro lado, n\u00e3o vejo os pre\u00e7os caindo, na medida que nossas usinas est\u00e3o bem vendidas. Ent\u00e3o, n\u00e3o vejo isso acontecer\u201d, disse Loureiro.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"m7kqt1cy\" class=\"\" data-position=\"content\" data-device=\"desk,mob\" data-inserted=\"true\"><\/div>\n<div>\n<p>Em janeiro deste ano, as vendas de a\u00e7os planos registraram queda de 2,9% se comparadas ao mesmo m\u00eas do ano passado, atingindo um montante de 320,3 mil toneladas contra 329,9 mil toneladas.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>A queda em rela\u00e7\u00e3o a 2024 foi atribu\u00edda ao menor n\u00famero de dias \u00fateis em 2025. \u201cAvaliando as vendas di\u00e1rias, vendemos, em janeiro, 16 mil toneladas por dia, s\u00f3 perdendo para janeiro de 2021. O menor n\u00famero de dias fez com que as vendas ca\u00edssem, mas as vendas em janeiro foram muito boas\u201d, avaliou Loureiro.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Quando comparadas a dezembro, as vendas contabilizaram alta de 28,4%, superando o \u00edndice de 15% esperado pelo Inda. \u201cTivemos uma reuni\u00e3o com a rede de associados para discutir o mercado e observamos que na \u00faltima semana de janeiro as vendas deram uma melhorada, superando nossas previs\u00f5es\u201d, afirmou.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>De acordo com o Inda, diferente de outros meses, a alta na \u00faltima semana de janeiro n\u00e3o foi impulsionada por rumores de aumento de pre\u00e7os para fevereiro, mas, sim, por um movimento dos distribuidores em acelerar as vendas, mesmo com margens menores, a fim de manter o giro dos estoques em um n\u00edvel semelhante ao de janeiro do ano passado.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"truvid-trigger\" class=\"truvidPos\"><\/div>\n<div>\n<h2 id=\"h-importacoes-de-aco-continuam-alta-no-pais\" class=\"wp-block-heading\">Importa\u00e7\u00f5es de a\u00e7o continuam alta no Pa\u00eds<\/h2>\n<\/div>\n<div>\n<p>Ainda conforme a apresenta\u00e7\u00e3o do Inda sobre o setor, realizada nesta quinta, as importa\u00e7\u00f5es de a\u00e7os planos para o Brasil encerraram o m\u00eas de janeiro com alta de 83% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano anterior (2024).<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>O volume total importado de a\u00e7o no primeiro m\u00eas do ano no Pa\u00eds foi de 241,5 mil toneladas contra 131,8 mil em janeiro do ano passado. O avan\u00e7o j\u00e1 era esperado pelo Instituto, segundo Carlos Jos\u00e9 Loureiro.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>\u201cA gente j\u00e1 esperava este aumento sabia que havia um volume de materiais sider\u00fargicos estocado no Porto de S\u00e3o Francisco do Sul, em Santa Catarina, que \u00e9 o principal porto de entrada de material importado, e que n\u00e3o pode desembarcar em dezembro por falta de espa\u00e7o nos armaz\u00e9ns. Ent\u00e3o, s\u00f3 come\u00e7ou a ser nacionalizado este ano\u201d, explicou.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Por isso, esse n\u00e3o dever\u00e1 ser o ritmo de crescimento de importa\u00e7\u00e3o durante o ano, mas a pr\u00e1tica de trazer o a\u00e7o da\u00a0<a href=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/internacional\/china-condena-choques-tarifarios-trump-omc-alerta-possivel-recessao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">China<\/a>, em constante crescimento, continua sendo um problema para as ind\u00fastrias nacionais. \u201cIsso mostra que realmente n\u00e3o estamos tendo um desafogo com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 importa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>O presidente do Inda lembra ainda que estes materiais dever\u00e3o ser taxados em 25% ao entrarem no Pa\u00eds, j\u00e1 que as cotas de importa\u00e7\u00e3o j\u00e1 foram ultrapassadas.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"m7kqt1cz\" class=\"ad_container filled\" data-position=\"content\" data-device=\"desk,mob\" data-inserted=\"true\" data-google-query-id=\"CNONgsyo34sDFUxIuAQdnrMsJg\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/47515406\/as_diariodocomercio_desk_content\/5_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<p>Comparando com as importa\u00e7\u00f5es do m\u00eas de dezembro de 2024, as importa\u00e7\u00f5es registraram alta ainda maior, de 95,5%, saltando de 123,5 mil toneladas em dezembro para 241,5 mil toneladas em janeiro deste ano.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<h2 id=\"h-taxacoes-de-trump-nao-afetarao-diretamente-mercado-brasileiro\" class=\"wp-block-heading\">Taxa\u00e7\u00f5es de Trump n\u00e3o afetar\u00e3o diretamente mercado brasileiro<\/h2>\n<\/div>\n<div>\n<p>As\u00a0<a href=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/economia\/trump-eleva-tarifas-sobre-importacoes-aco-aluminio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">taxa\u00e7\u00f5es de importa\u00e7\u00f5es<\/a>\u00a0praticadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, n\u00e3o afetar\u00e3o diretamente o mercado de distribui\u00e7\u00e3o de a\u00e7o brasileiro, na opini\u00e3o do presidente do Inda, Carlos Loureiro.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>\u201cO grande problema n\u00e3o \u00e9 nosso. O grande problema \u00e9 do consumidor americano. S\u00e3o eles que pagar\u00e3o os 25% de impostos\u201d, afirmou Loureiro.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Loureiro avalia que se o acordo com os Estados Unidos realmente n\u00e3o for renovado com o governo brasileiro e os 25% passarem a ser cobrados, as usinas americanas continuar\u00e3o a comprar o a\u00e7o.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>\u201cEles n\u00e3o t\u00eam oferta de placas no mercado interno para suprir a demanda. O pre\u00e7o da placa no Brasil pode at\u00e9 cair um pouco, mas vamos continuar exportando\u201d, pontuou.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Por outro lado, \u201cos americanos v\u00e3o ter que subir o pre\u00e7o dos produtos, ou v\u00e3o ter preju\u00edzo\u201d, avaliou Loureiro. N\u00e3o conseguindo comprar toda a demanda no mercado interno, ele acredita que eles continuar\u00e3o importando, aumentando o custo para as pr\u00f3prias empresas americanas.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>No m\u00eas de janeiro, o Brasil exportou cerca de 555 mil toneladas de a\u00e7o plano para os EUA, valor que correspondeu a 84% das exporta\u00e7\u00f5es do a\u00e7o do Pa\u00eds naquele m\u00eas.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Di\u00e1rio do com\u00e9rcio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diante do recuo do d\u00f3lar e do elevado n\u00edvel de importa\u00e7\u00f5es de a\u00e7o, as sider\u00fargicas brasileiras devem encontrar dificuldade para implementar aumento nos pre\u00e7os dos a\u00e7os planos em mar\u00e7o, como praticaram em janeiro, afirmou o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de A\u00e7o (Inda), Carlos Loureiro, nesta quinta-feira (20). 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