{"id":4781,"date":"2025-01-22T11:59:10","date_gmt":"2025-01-22T11:59:10","guid":{"rendered":"https:\/\/sindifer.com.br\/sndfr\/?p=4781"},"modified":"2025-01-22T11:59:10","modified_gmt":"2025-01-22T11:59:10","slug":"producao-de-aco-bruto-cresce-em-minas-gerais-e-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindifer.com.br\/sndfr\/2025\/01\/22\/producao-de-aco-bruto-cresce-em-minas-gerais-e-no-brasil\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o bruto cresce em Minas Gerais e no Brasil"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>Ap\u00f3s dois anos consecutivos de retra\u00e7\u00e3o, a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o bruto voltou a subir em Minas Gerais e no Pa\u00eds em 2024. Conforme dados do Instituto A\u00e7o Brasil, o resultado da ind\u00fastria sider\u00fargica mineira foi 8,8% superior ao de 2023. O desempenho nacional avan\u00e7ou 5,3%.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>No acumulado do exerc\u00edcio passado, as usinas do Estado produziram 10,2 milh\u00f5es de toneladas de a\u00e7o bruto. A siderurgia brasileira somou 33,7 milh\u00f5es de toneladas. Em 2023, os respectivos volumes foram: 9,3 milh\u00f5es de toneladas e 32 milh\u00f5es de toneladas.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Minas Gerais, que abriga gigantes do setor, como ArcelorMittal, Aperam, Gerdau e Usinas Sider\u00fargicas de Minas Gerais (Usiminas), foi, mais uma vez, quem mais produziu a\u00e7o bruto no Brasil entre as unidades da Federa\u00e7\u00e3o. A produ\u00e7\u00e3o mineira representou 30,1% da nacional, enquanto o Rio de Janeiro, segundo colocado, respondeu por 26,2%.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Em 2024, o Estado tamb\u00e9m liderou o\u00a0<em>ranking<\/em>\u00a0de fabrica\u00e7\u00e3o de a\u00e7os semiacabados para venda e laminados, com 9,4 milh\u00f5es de toneladas e 28,7% de participa\u00e7\u00e3o no total brasileiro, que chegou a 32,6 milh\u00f5es de toneladas. Apesar da lideran\u00e7a, as usinas mineiras registraram recuo anual de 0,6%, ao passo que, no Pa\u00eds inteiro, houve alta de 3,6%.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<h2 id=\"h-vendas-internas-crescem-e-exportacoes-caem\" class=\"wp-block-heading\">Vendas internas crescem e exporta\u00e7\u00f5es caem<\/h2>\n<\/div>\n<div>\n<p>Entre janeiro e dezembro do ano passado, as vendas internas das produtoras de a\u00e7o do Brasil somaram 21,2 milh\u00f5es de toneladas, aumento de 8,3% em rela\u00e7\u00e3o a 2023 \u2013 os n\u00fameros excluem as comercializa\u00e7\u00f5es para dentro do pr\u00f3prio parque sider\u00fargico do Pa\u00eds.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Por outro lado, as exporta\u00e7\u00f5es do setor retra\u00edram 18,1% no per\u00edodo, para 9,6 milh\u00f5es de toneladas. Os Estados Unidos, que seguiu como o principal mercado de destino dos produtos, receberam 5,8 milh\u00f5es de toneladas, o que representa baixa anual de 17,3%.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<h2 id=\"h-importacoes-de-aco-batem-recorde-apesar-dos-esforcos-do-setor\" class=\"wp-block-heading\">Importa\u00e7\u00f5es de a\u00e7o batem recorde apesar dos esfor\u00e7os do setor<\/h2>\n<\/div>\n<div>\n<p>Ainda segundo o A\u00e7o Brasil, as importa\u00e7\u00f5es brasileiras de a\u00e7o em 2024 subiram 18,2% na compara\u00e7\u00e3o com o exerc\u00edcio imediatamente anterior, para 5,9 milh\u00f5es de toneladas. Esse foi o maior volume registrado em toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica da entidade, iniciada em 2013.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Como reflexo do crescimento das importa\u00e7\u00f5es, o consumo aparente de produtos sider\u00fargicos, que soma as vendas internas do setor e a importa\u00e7\u00e3o por distribuidores e consumidores, fechou o ano passado em 26 milh\u00f5es de toneladas, avan\u00e7o de 8,3%.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"m67uma03\" class=\"ad_container filled\" data-position=\"content\" data-device=\"desk,mob\" data-inserted=\"true\" data-google-query-id=\"CJmn6KWjiYsDFQRV3QId7P4KnQ\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/47515406\/as_diariodocomercio_desk_content\/1_0__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<p>Novamente, o principal pa\u00eds de origem das importa\u00e7\u00f5es foi a China, que vendeu para o Brasil 3,3 milh\u00f5es de toneladas, 14,6% a mais do que havia negociado em 2023.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es bateram recorde mesmo com os esfor\u00e7os da siderurgia nacional para tentar conter a entrada dos produtos no Pa\u00eds, especialmente os enviados pelos chineses, que s\u00e3o acusados de comercializar a\u00e7o de forma predat\u00f3ria, subsidiando os pre\u00e7os.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Depois de quase um ano de negocia\u00e7\u00f5es com o governo federal, o setor conseguiu que fosse adotado uma medida de defesa comercial, mas a a\u00e7\u00e3o n\u00e3o surtiu o efeito esperado.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>O mecanismo, que entrou em vigor em junho de 2024, estabeleceu cotas de importa\u00e7\u00e3o para 11 tipos de a\u00e7o, com imposto de 25% sobre o excedente. A siderurgia brasileira diz que a iniciativa travou a escala das importa\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o foi suficiente para reduzi-las, logo, pede mudan\u00e7as, como a inclus\u00e3o de outros quatro itens, al\u00e9m de uma cota mais realista.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<h2 id=\"h-perspectivas-do-aco-brasil-para-2025\" class=\"wp-block-heading\">Perspectivas do A\u00e7o Brasil para 2025<\/h2>\n<\/div>\n<div>\n<p>Para 2025, as estimativas do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.acobrasil.org.br\/site\/estatistica-mensal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instituto<\/a>\u00a0A\u00e7o Brasil s\u00e3o de quedas de 0,6% na produ\u00e7\u00e3o nacional de a\u00e7o e 0,8% nas vendas internas e altas de 2,2% nas exporta\u00e7\u00f5es, 11,5% nas importa\u00e7\u00f5es de laminados e 1,5% no consumo aparente de produtos sider\u00fargicos.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Di\u00e1rio do Com\u00e9rcio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s dois anos consecutivos de retra\u00e7\u00e3o, a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o bruto voltou a subir em Minas Gerais e no Pa\u00eds em 2024. 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