{"id":4606,"date":"2024-10-25T11:29:35","date_gmt":"2024-10-25T11:29:35","guid":{"rendered":"https:\/\/sindifer.com.br\/sndfr\/?p=4606"},"modified":"2024-10-25T11:29:35","modified_gmt":"2024-10-25T11:29:35","slug":"producao-de-aco-bruto-sobe-e-minas-gerais-segue-na-lideranca-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindifer.com.br\/sndfr\/en\/2024\/10\/25\/producao-de-aco-bruto-sobe-e-minas-gerais-segue-na-lideranca-nacional\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o bruto sobe e Minas Gerais segue na lideran\u00e7a nacional"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>A siderurgia de Minas Gerais produziu 887 mil toneladas de a\u00e7o bruto em setembro deste ano, alta de 23,7% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo intervalo de 2023 (717 mil\/t). No acumulado dos nove primeiros meses de 2024, as sider\u00fargicas do Estado fabricaram 7,7 milh\u00f5es de toneladas, incremento de 10,7% em compara\u00e7\u00e3o a igual \u00e9poca do exerc\u00edcio anterior (6,9 milh\u00f5es\/t).<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Com o resultado, as sider\u00fargicas mineiras lideraram a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o bruto no Brasil tanto no nono m\u00eas quanto no acumulado anual. No primeiro per\u00edodo, o parque sider\u00fargico do Estado respondeu por 31,2% do total nacional, ao passo que, no segundo, representou 30,5%.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Apenas no m\u00eas passado, a siderurgia brasileira fabricou 2,8 milh\u00f5es de toneladas de a\u00e7o bruto, crescimento interanual de 9,9% (foram 2,6 milh\u00f5es\/t em setembro de 2023). J\u00e1 no acumulado de 2024, as sider\u00fargicas do Pa\u00eds fabricaram 25,2 milh\u00f5es\/t, acr\u00e9scimo de 4,4% no confronto ano a ano (foram 24,1 milh\u00f5es\/t nos primeiros nove meses do exerc\u00edcio anterior).<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Os\u00a0<a href=\"https:\/\/acobrasil.org.br\/site\/estatistica-mensal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">dados<\/a>\u00a0s\u00e3o do Instituto A\u00e7o Brasil, representante do setor no Pa\u00eds, com associadas como Gerdau, Usinas Sider\u00fargicas de Minas Gerais (Usiminas), ArcelorMittal, Aperam, entre outras.<\/p>\n<div>\n<p>Conforme a entidade, a produ\u00e7\u00e3o mineira de a\u00e7os semiacabados para venda e laminados subiu 9% em setembro, para 845 mil toneladas, e 0,9% em 2024, para 7,1 milh\u00f5es de toneladas. Em ambos os casos, o Estado foi l\u00edder em\u00a0<em>market share<\/em>, com 29,9% e 28,8%, respectivamente. No Pa\u00eds, o avan\u00e7o interanual chegou a 12,7%, para 2,8 milh\u00f5es\/t, e 3,1% no ano, para 24,5 milh\u00f5es\/t.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<h2 id=\"h-alem-da-producao-vendas-internas-e-consumo-aparente-crescem-exportacoes-caem\" class=\"wp-block-heading\">Al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o, vendas internas e consumo aparente crescem; exporta\u00e7\u00f5es caem<\/h2>\n<\/div>\n<div>\n<p>Outros indicadores nacionais do setor tamb\u00e9m avan\u00e7aram no nono m\u00eas do ano e no acumulado. As vendas internas das sider\u00fargicas totalizaram 1,9 milh\u00e3o de toneladas em setembro (+14%) e 15,9 milh\u00f5es\/t desde janeiro (+7,4%), enquanto os respectivos volumes do consumo aparente de produtos sider\u00fargicos foram de 2,4 milh\u00f5es\/t (+9,1%) e 19,6 milh\u00f5es\/t (+8,4%).<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>No entanto, o Ibram registrou uma redu\u00e7\u00e3o nas exporta\u00e7\u00f5es das empresas produtoras de a\u00e7o nos dois comparativos. As companhias venderam para o mercado externo 704 mil toneladas em setembro (-15,5%) e 7,7 milh\u00f5es\/t na soma dos nove primeiros meses de 2024 (-13,1%).<\/p>\n<div>\n<h2 id=\"h-barreira-comercial-nao-impede-crescimento-das-importacoes-nbsp-de-aco\" class=\"wp-block-heading\">Barreira comercial n\u00e3o impede crescimento das importa\u00e7\u00f5es\u00a0de a\u00e7o<\/h2>\n<\/div>\n<div>\n<p>Pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/economia\/importacoes-de-aco-batem-recorde-em-julho-mesmo-com-cotas\/#gref\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">terceiro m\u00eas consecutivo<\/a>, as importa\u00e7\u00f5es de a\u00e7o bateram recorde no Pa\u00eds, indicando, mais uma vez, que a barreira comercial imposta pelo governo brasileiro para frear a alta dos n\u00fameros n\u00e3o tem surtido efeito. Em setembro, a quantidade cresceu 19,8% em rela\u00e7\u00e3o a igual intervalo de 2023, para 658 mil toneladas, o maior n\u00edvel da s\u00e9rie hist\u00f3rica do A\u00e7o Brasil, com in\u00edcio em 2013.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>Com o envio de 343,7 mil toneladas no per\u00edodo, os embarques da China ca\u00edram 6,1%, por\u00e9m, os chineses seguiram como os principais fornecedores de produtos sider\u00fargicos para o mercado brasileiro. Para efeitos de compara\u00e7\u00e3o, a Europa exportou 128 mil\/t, menos da metade do volume embarcado pelos chineses, embora as exporta\u00e7\u00f5es do continente tenham crescido 109,5%.<\/p>\n<div>\n<p>No acumulado de 2024, as importa\u00e7\u00f5es de a\u00e7o chegaram a 4,6 milh\u00f5es de toneladas (53,2% proveniente da China), n\u00famero bem pr\u00f3ximo do projetado em junho pela entidade para o ano, de 4,7 milh\u00f5es\/t, o que representaria baixa de 7% frente ao total importado no \u00faltimo exerc\u00edcio. Antes da\u00a0<a href=\"https:\/\/diariodocomercio.com.br\/economia\/governo-cotas-importacao-aco-imposto\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">cota-tarifa<\/a>\u00a0entrar em vigor no dia 1\u00ba de junho, o Instituto previa alta de 20%.<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p>O mecanismo de defesa da siderurgia implementado pelo governo federal, ap\u00f3s quase um ano de tratativas com as empresas, colocou cotas para a importa\u00e7\u00e3o de 11 tipos de produtos sider\u00fargicos, com al\u00edquota de 25% sobre a quantidade excedente. A medida, cujos resultados positivos n\u00e3o est\u00e3o vindo como o esperado, n\u00e3o agradou totalmente o setor, que achou a cota generosa.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Di\u00e1rio do Com\u00e9rcio.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A siderurgia de Minas Gerais produziu 887 mil toneladas de a\u00e7o bruto em setembro deste ano, alta de 23,7% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo intervalo de 2023 (717 mil\/t). 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